A transcrição fornecida cobre o vídeo até o tempo 48:02. Há dois pequenos trechos de música ([Música]) após esse ponto, indicando o final do vídeo.
This Genial Investimentos video provides a market close report for May 30th, 2025. The hosts discuss global market trends, focusing on the Ibovespa's performance and its proximity to 140,000 points. They analyze macroeconomic factors, including inflation data, the impact of potential trade tensions between the US and China, and the Brazilian economy's performance.
O vídeo "🔴 30/05/25 - BOLSAS GLOBAIS SOBEM. IBOV SE APROXIMA DOS 140 MIL PONTOS | Fechamento de Mercado" do canal Genial Investimentos apresenta uma análise detalhada do fechamento do mercado em 30 de maio de 2025. Os apresentadores, Matinha e Luiz, discutem o cenário macroeconômico global e seu impacto no mercado brasileiro, com foco no Ibovespa que se aproxima dos 140 mil pontos.
Cenário Global: O mês de maio foi positivo para os mercados globais, com ouro e Bitcoin atingindo máximas históricas e o S&P 500 recuperando as perdas do ano. Entretanto, houve uma realização de lucros significativa nos mercados da América Latina, tanto em ações quanto em moedas, impulsionada por preocupações com o possível retorno das tensões comerciais entre os EUA e a China. Dados de inflação, tanto nos EUA (PCI) quanto na zona do euro, surpreenderam positivamente para baixo, sugerindo a possibilidade de cortes de juros pelos bancos centrais, embora a incerteza em relação à postura de Trump continue a ser um fator de volatilidade. A discussão sobre a desaceleração da economia americana e a possibilidade de três cortes de juros pelo Fed em 2025 também é abordada.
Cenário Brasileiro: A economia brasileira se mostra robusta, com o PIB acima do esperado, impulsionado principalmente pelo consumo das famílias e o setor agropecuário. Apesar disso, o mercado apresenta incertezas devido a fatores políticos e fiscais. A questão do IOF, com as medidas tomadas pelo Ministro Haddad, gera discussões sobre o impacto no crédito e a necessidade de ajustes fiscais. A popularidade do presidente Lula está em queda, adicionando mais incerteza ao cenário. O vídeo analisa o papel do fluxo de capital estrangeiro, destacando o aumento da alocação global em ativos brasileiros como sinal positivo. A discussão sobre a possível rotação de investimentos dos EUA para outras regiões também é relevante, com o comportamento do dólar como indicador chave.
Análise Setorial: O vídeo faz uma análise detalhada do desempenho de setores específicos do Ibovespa, destacando as maiores altas (setores domésticos, impulsionados pelo PIB) e as maiores baixas (commodities, impactadas pelas tensões comerciais). A performance da ação Mélios, que planeja investir em Bitcoin, é comparada à estratégia da MicroStrategy, gerando discussões sobre o valuation de empresas que investem em criptomoedas. A questão do petróleo e as decisões da OPEP também são comentadas, influenciando o cenário de commodities.
Conclusão: O vídeo finaliza com uma perspectiva cautelosamente otimista para o mercado brasileiro, dependente da resolução das incertezas políticas e fiscais, e da continuidade do fluxo de capital estrangeiro. Os apresentadores ponderam os riscos associados às tensões comerciais, a política fiscal e o papel do Congresso e do Supremo Tribunal Federal na resolução das questões. O desempenho futuro do Ibovespa, na visão dos apresentadores, dependerá do equilíbrio entre esses fatores, com a possibilidade de alcançar os 150 mil pontos condicionada a fatores como o fluxo de capital estrangeiro e a performance de ativos ligados ao IPCA.
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[Música] Seu boa tarde, senhores! Seja muito bem-vindo a mais um fechamento de mercado aqui da Genial, no nosso canal da Genial Investimentos aqui no YouTube. Bom, acabou! Finalmente acabou o mês de maio, um mês muito importante, um mês de que quem teve coragem de colocar seu dinheiro nos ativos de risco deve estar muito feliz. Tudo subiu, senhores! Ouro bateu máxima, Bitcoin bateu máxima, SP500 zerou toda a queda do ano, Ibovespa tocou máxima, dólar chegou a trabalhar 5,59. Papéis e especiais longos no Brasil chegaram a trabalhar abaixo de 7%, mas no último dia útil, no fechamento de Petx, os ativos da América Latina andaram sofrendo. A gente viu uma realização em todas as bolsas da América Latina e em todas as moedas da América Latina. Tá? Tem algumas novas preocupações do mercado voltar, será que vai voltar a tensionar a relação guerra comercial China-Estados Unidos? Hoje o SP500 com uma bela de uma volatilidade. No Brasil, os assuntos são: como é que vai, qual vai ser o fim da novela do IOF, qual vai ser a função, a reação do Lula às pesquisas que saíram hoje, muito ruins. 54% de aprovação. Semana que vem tem pesquisa da Atlas Intel. Eh… PIB hoje, mais uma vez mostrando que nossa, que a nossa economia tá bastante robusta, bastante forte, em outras palavras, superaquecida. Eu tenho bastante coisa para falar aqui sobre o que que aconteceu ao longo da semana, como encerrou o mês e como é que foi o último dia. Mas hoje eu tô tendo o privilégio de dividir essa bancada com o Luiz. Luiz, seja muito bem-vindo! Para quem não conhece o Luiz, o Luiz é, é o nosso analista de fundos imobiliários, entre outros setores. Esse garoto simplesmente está brilhando. É um prazer trabalhar perto do Luiz. Luiz, seja muito bem-vindo! Tudo bom, Matinha? Hoje a gente tá sem, sem a Bia, né? Que tá no, tá no show. Fazer o, fazer o que, né? Merece também, ela merece, merece, merece. Eh… então a gente vai falar, o Matinha vai falar um pouquinho sobre o cenário macro, né? Enfim, e eu vou comentar um pouquinho aqui sobre as ações hoje. Acho que a gente teve muita movimentação tanto por causa do PIB quanto por causa das tensões comerciais. Então a gente vai ver que as maiores quedas hoje no Ibovespa são mais relacionadas com commodities, a guerra comercial ali reesquentando, né? Mas tem toda a, a discussão de se o Trump vai eventualmente voltar. Tem até aquela, aquela brincadeira de, eh, da, do chama-taco, né? Taco investing, é que o, o Trump sempre desiste, sempre arrega, né? Não teve um, teve um repórter que julgou isso na cara dele, na pergunta na quinta-feira. Então, zoando: você late, mas não morde, exatamente. Então aí tem toda a discussão, mas enquanto isso a gente tem essa volatilidade padrão, se ele vai forçar um pouco mais e, e hoje, pelo, pelo que o mercado reagiu, a gente tem esse, esse tensionamento maior eh, na relação comercial dos Estados Unidos e China, né? Então a gente tem um impacto bem relevante aqui no Brasil, principalmente nos ativos de commodities, né? E do outro lado, nas altas, a gente tem muitas, muita coisa relacionada com o PIB também, né? Então, eh, a gente vai ver hoje é um pouco diferente de outros dias que a gente tem às vezes ativos que se respondem mais ao micro, tá? Então as maiores altas às vezes são mais relacionadas a micros, maiores baixas, hoje parece que foi tudo mais um bloco, eh, sendo ou relacionado com commodities, com tensão comercial ou relacionada com PIB, tá? Aí a gente volta aqui depois para, para comentar sobre cada umas delas, tá? Bom, então já vou pedir para, pedir pro Bon, nosso querido Azedinho Doce, compartilhar minha tela só para passar para vocês, tá? E D Jones subindo 0,13%. Cara, quem olha o SP500 acha que não aconteceu nada ao longo do dia, mas olha como foi o SP500 ao longo do dia: teve emoção, tá? Lembrando aqui, o SP500 estava no 0 a 0, deu uma bela despencada quando o Trump começou a twietar em relação que não tava satisfeito, eh, com a China, etc., etc., etc. Aqui aparentemente o Trump falou que quer falar com a China esse final de semana. Então, só para quem viu o SP500 acha que nada aconteceu, mas tivemos sim emoção, eh, vinda de Trump. Tivemos emoção aqui quando saiu o dado do PCI, que tem dado dentro do dado da inflação americana, tem dados super importantes em relação ao consumo do, o consumo do americano, que veio fraco. Então, senhores, a gente teve uma volatilidade razoável dentro da SP500, mas quem olha assim de longe acha que nada aconteceu. Bom, bom, dando prosseguimento, opa, desculpa, dando prosseguimento, a gente viu aqui, eh, bolsas da América Latina, tá? México caindo 1,29%, Bovespa caindo 0,9%, Chile caindo 1,77%, Colômbia caindo 1,69%, Argentina caindo 1,26%. A gente vai pra bolsa da África do Sul, também caiu. Então, ou seja, hoje foi um dia de uma bela realização nos ativos da América Latina, as emergentes. Olha as moedas da América Latina: não foi só o Brasil, tá? Não foi um evento brasileiro, tá? Ah, pô, será que é um botar no bolso o rally que a gente deu por causa do medo de volta às tensões comerciais? Senhores, é, é toda América Latina, tá bom? Colômbia, a moeda perdeu 0,93%, o Chile perdeu 1,09%, México perdeu 0,50% e o Realzinho perdendo 0,95%, África do Sul perdendo 1,07%. Então, já começo mostrando para vocês que a, a o que aconteceu nos nossos mercados hoje foi uma coisa relacionada a seis a classe de ativos, eh, referente à América Latina, tanto em moedas quanto na, na, nas suas bolsas. Bom, o que que teve de dados hoje que, que, que, que pode nos ajudar? Bom, a gente teve hoje, começou o dia com dados de inflação, eh, inflação no mundo, tá? E a gente vem capturando que nos últimos dados de inflação no mundo inteiro, tá?, vem surpreendendo para baixo. A gente viu o IPCA-15 surpreendendo para baixo, a gente viu o PC surpreendendo para baixo, a gente viu uma bateria de inflação no mundo já… esse cartão de crédito surpreendendo para baixo… é cartão de crédito é Genial! É, se você não tem, aponte o seu telefone pro Code e peça um cartão da Genial Black. E eu tenho, e é muito bom. Bom, pedir pro, pro… ah, já tá compartilhado. Desculpa. A gente teve hoje inflação na Europa, tá? Eh… só para quem não lembra, não foi na quinta ou na quarta, saiu a inflação na, na França. Era esperado uma alta de 0,9% no mês e veio 0,6%, tá? Tivemos inflação na Alemanha rodando a 2,1% e inflação na Itália e na Espanha a 1,9%, tá? Então inflação na zona do euros, senhores, está dando liberdade pro, pro Banco Central Europeu continuar cortando e deve levar os juros até o final do ano, tá? Ali entre 1,5% e 1,75%. Vou até colocar aqui para vocês verem. Tá, tá. Eh… mercado falando que em dezembro o Fed, o, o CDI, o CDI europeu estaria 1,60%, tá? Então o mercado indo para 1,5%. Na minha opinião, tá? É aquilo, eh, a zona do euro tá com inflação e, e pode fazer com que o Banco Central, diferentemente do Banco Central Americano, tá de guarda alta, tá muito mais, vai reagir. Eu acho que a cara do Banco Central Europeu é preventiva. Eu vou, eu vou prevenir uma desaceleração econômica mais forte. Então aqui eu encerro o assunto inflação na zona do euro, eh, só chamando atenção que a gente tá tendo surpresa agradável na inflação do mundo inteiro, tá? Eh… há dois anos atrás aí quando tinha surpresa, geralmente era negativa. A gente começou, começou a ter uma bateria de surpresas positivas de inflação. Será que a gente vai, finalmente o mundo vai ter mais tranquilidade em relação ao tema inflação? Pro Fed, isso ainda não tá acontecendo, tá? Mas eu, eu acho que o mercado já, já vou entrar para falar dos Estados Unidos, que é super importante, tá? Eh… e começar falando desse número que foi super importante, que é o número do PC, tá? Sempre a gente tem que contextualizar que ontem quando saiu a segunda leitura do PIB americano, o que que chamou atenção, tá? Inclusive foi revista de uma queda de 0,3%, uma queda de 0,2%, tá? Pô, veio bom, não. A beleza fica embaixo, fica por baixo do, do… o detalhe fica por… o detalhe fica por baixo da superfície. O que que dei ontem no número de, do PIB, o consumo pessoal que tinha na primeira leitura tinha rodado a 1,8%, caiu para 1,2%. O consumo da família que na primeira leitura rodava 3% ao ano, caiu para 2,5%, ainda muito saudável, mas começou de a apontar: será que a economia americana está desacelerando? Ao longo dessa semana a gente teve dados housing muito ruins, tanto casas, casas novas como casas usadas. Tivemos dados de atividade que sinalizaram um enfraquecimento da economia americana e o mercado, na minha opinião, pode começar a querer entrar na narrativa que o Fed, eh, pode discutir três cortes de juros ao longo de 2025, tá? Eh… se o mercado entrar nessa narrativa, eu acho que é bom pros mercados. Por que que, por que que eu tô falando isso? O mercado vai entrar na interpretação que o Fed vai deixar de ser reativo para se alinhar ao Banco Central Europeu e ser preventivo. Não vou deixar a economia americana desacelerar mais forte, conhecido como cachinhos dourados, pouso suave. Qual é o senão dessa história? O senão dessa história é o risco Trump, tá? O risco Trump é um risco que hoje ele começou falando, eh, deu uma assustada de manhã, à tarde voltou. É aquilo, senhores, infelizmente no, no mundo de hoje, na, eh, nos ativos internacionais, o a coisa mais importante que o Trump fala, né? Independente do PIB dos Estados Unidos, da inflação, eh, esquece, é o que o Trump fala, tá? Então se quem acredita que o Trump vai re, eh, tensionar de novo as relações comerciais, eu acho que isso aqui vai se sobressair à discussão que o Fed talvez possa pensar em cortar três vezes. Então, resumindo, se não tiver, na minha opinião, se não tiver tensionamento das, das, das questões comerciais, eu acho que segue o jogo para as bolsas americanas, é mesmo perto de 6.000, com o seguinte racional: o mercado tá discutindo desde a aceleração econômica americana, ainda saudável, que pode fazer com que o Fed se junte ao time do Banco Central Europeu e se transforme também num banco central que vai prevenir e não apenas reagir. A gente também teve outro dado bom pros juros americanos, que foi o sentimento do consumidor dos Estados Unidos que veio acima do esperado. Mas o melhor da parte de juros tá para dar, para dar mais argumento pro JPA e abaixar um pouco a guarda. Dentro do dado da Universidade de Michigan, melhor do que o mercado esperava. Era esperado vir de 50,8 para 51,5, vem 52,2. Olha aqui: expectativa de inflação, tá? Expectativa de inflação de 1 ano caiu de 7,1% para 6,6% e de 5 anos lá na frente, que que é quase uma medida de credibilidade do Fed, caiu de 4,6% para 4,2%. Então, ou seja, a gente teve momentos, motivos hoje para ver os juros nos Estados Unidos cair. E olha que bom: o juro americano de 2 anos, que é aquele juro mais sensível, é onde tá a discussão de política monetária, tá? Simplesmente ó… eh… aqui foi quando saiu o número do PIB, desculpa, o número do PCI. Aqui foi a, eh, alguma notícia em relação a distensionamento da, da comercial e fechou de novo praticamente nas mínimas, que é bom… desculpa, aqui foi Universidade de Michigan, tá? Senhores, peço perdão, e que fechou perto das mínimas, com o mercado já colocando quantos pontos? 50 e quantos pontos? 55 pontos de corte, tá? Lembrando: 55 pontos de corte e é já um pessoalzinho querendo apostar em três cortes. Isso aqui, se não tiver, eh, tensionamento da área da, da balança comercial, da questão comercial, eu acho que as bolsas americanas seguem performando bem. Bom, esse é o cara que vai trazer um pouco mais de informação pra gente, principalmente para quem tem ativos ligados a Brasil, a mercados emergentes. Aqui para mim é o melhor sinônimo, é a melhor fotografia, se a tese que o Matinha carrega como a tese central, que o dinheiro no, o dinheiro vai continuar se, eh, saindo, rotacionando dos Estados Unidos pro resto do mundo, eh, e quando a gente fala isso não quer dizer que a gente acha que os Estados Unidos é ruim, não, tá? Os Estados Unidos continua vai ser e é a melhor economia do mundo, não se questiona isso. O que se questiona é que eu tinha 70% dos meus ativos em Estados Unidos e acordei e falei: "Nossa, cara, eu tô muito grande nos Estados Unidos". Essa foi a sensação que o mundo tá tendo e com essa sensação eu acho que o mundo continua diminuindo Estados Unidos em pró aos outras, as regiões, dos, as bolsas das outras regiões e moedas das outras regiões. Quem vai definir se o Matinha tá, faz essa tese que o Matinha tá apregoando faz sentido ou não, ela é ainda, ela é ainda é viva, tá?, vai ser o comportamento do dólar. Só para vocês terem noção, o, em termos mensais, o dólar tá tendo o pior, eh, uma pior sequência de queda, eh, mensais desde 2020, tá? Então, só lembrando em fevereiro, tá? Em fevereiro, vou botar aqui para janeiro, só para vocês virem o tamanho da, da, da queda do dólar, tá? Vou botar aqui dia 4, vai, dia 4 de fevereiro, caindo 9%, senhores! A maior moeda, a moeda mais poderosa do mundo, a moeda que é reserva de valor, ninguém tá discutindo isso, mas aqui tem sinal, né? Senhores, aqui tem sinal: moeda americana caindo quase 9% desde o início de fevereiro. Esse sinal para mim é o sinal, é, é o sinal da tese da rotação, é assim que eu penso. E de novo, não sou dono da verdade, não quero convencer ninguém. Então, resumo: ativos americanos, eh, se não tiver tensionamento, voltar a tensionar, eh, guerra comercial, acho que segue o jogo, eh, ativos X e US. Vamos ver se a tese da rotação ela continua ou ela só tá diminuindo. A tese da rotação e uma das maneiras de ver isso é pelo comportamento do dólar. Bom, deixa eu ver se tem mais alguma coisa para chegar, para poder chegar logo no Brasil. Ah, eh… além de discussão de… isso é importante, ainda bem que eu abri essa tela aqui. Além da discussão, além da discussão de se vai ter, eh, vai tensionar ou distensionar a guerra comercial, a gente tem que lembrar que ao longo desse mês de maio a gente tomou susto no juro longo, tá? Quando eu falei para vocês que até tava putsioso para saber qual vai ser a nova narrativa do mercado quando acabou a guerra, quando distensionou a guerra comercial naquela segunda-feira quando saiu o resultado lá da, do encontro de na Suíça, do da China e dos Estados Unidos, aonde poxa, a China foi colocada no mesmo nível de México, tá? É, 20 de fentanil ali foi tiro para tipo… mercado só performou, mas aí não tinha mais o que… o mercado fica prestando atenção na guerra comercial, qual seria o novo narrativo, qual seria a nova preocupação? Juros de longo prazo por causa do fiscal do mundo, por causa do fiscal americano. A gente viu o juro americano de 30 anos tradear 5,11%. A gente viu que o juro americano de longo prazo afeta o Trump. Existe uma correlação: toda vez que o juro americano de 30 anos bateu 5%, o Trump anunciava um recuo. Mas o fato é: um dos caras mais importantes do mundo é o James Diamond, simplesmente, eh, JPE Morgan, né? O presidente mais duradouro do, era o único presidente do CEO do, de banco grande, Estados Unidos, que tá desde a crise bancária, tá? Desde 2008, simplesmente o James Diamond disse: "Amigo, eu vejo 10 anos americana 5%, a economia americana não vai desacelerar, eh, e não vejo corte de juros e a questão fiscal pode atrapalhar. Simplesmente não sei se será uma crise em 6 meses ou 6 anos. Espero que mudamos, que mudemos a trajetória da dívida, quanto à capacidade dos formadores de mercado de criar mercados". Então, o que que o, os Estados Unidos estão no caminho certo para o primeiro prejuízo mensal do ano, eh, com as mudanças abruptas da política do presidente, abalando a confiança dos investidores e a preocupação com déficit orçamentário. De novo, o que que o James Di tá falando? "Amigo, esse fiscal americano vai dar problema". Vocês sabem essa… acho que foi essa semana, semana passada que o Trump mandou seu orçamento, só tem corte de tributo, só tem aceleração no fiscal, eh… então o que eu quero passar para vocês, além da discussão se as bolsas americanas e as bolsas globais vão continuar performando bem, além da tese distensionamento ou tensionamento da guerra comercial, a gente tem que sempre acompanhar se vão olhar se vai ter narrativa pro juros longos piorar, tá? E não é só juros longos nos Estados Unidos, vocês sabem que o Japão é uma verdadeira bomba relógio nessa discussão sobre juros longos. Bom, aqui só para mostrar o que que foi a volatilidade, tá? O Trump falou: "Agora quer, vou conversar com o Ximpinpin, vamos conversar" e tá fechando com uma queda de 0,17%. Bom, eh… Brasil, como sempre eu falo para vocês, tá? Brasil é um case de fluxo. É desde que eu, desde que eu cheguei lá em fevereiro, falei: "Ó, tô vendendo dólar e para mim vai abaixo de seis". E o chat aqui no fechamento pegava fogo: "Matinha é maluco, é, você não tá vendo o que Luna tá fazendo, Motta, você é muito doido, como é que você vai, como é que você tá vendo, por que que o dólar tem que ver abaixo de seis?". Eu falava: "Amigo, é um movimento global, eh, eh…" e, e, e levem para dentro de você que geralmente 80%, 70% dos movimentos aqui do Brasil corresponde ao movimento global, tá? Eh… existe um estudo, isso é super importante, tá? Não sei se você sabe, tá, Luiz? Existe um estudo que a cada 1% na queda do dólar, do do DXY, equivale a uma performance de 3% nos ativos emergentes. Então, quem acredita que esse senhor vai continuar se enfraquecendo, nesse caso o Matinha acredita, é um dos principais respaldos porque o Matinha tá concentrado em ativos brasileiros, tá bom? Eh… Brasil é um case de fluxo, então vamos ver o fluxo, né? Desde a venda de dólar a 6 e desde quando o Bovespa tava 130 alguma coisa, pé 130, a gente fez o Micol aqui com, com Vilegas e o Vilegas de manhã falou: "Matinha, ele, as enquetes eram: bolsa fecha quanto?". Eu falei: "Ô, Vilegas, eu nem sei se você botou 140.000, 1000 ou 150.000, eu botei o mais alto de todos, se é 150 ou 140 e é irrelevante". Por que que eu tomei aquele riso? Por que que eu falei aquilo? Fluxo, tá? Só pro fluxo. É o mesmo raciocínio do fortalecimento do real. E o que que aconteceu com o fluxo depois de muito tempo de fluxo de 300.000 para cá, 200 milhões para lá, onde eu tinha percepção que aquela entrada mais robusta de dinheiro estrangeiro tinha parado na quarta-feira. Na terça-feira entrou 500 milhões, 550, e no pregão de quarta-feira entrou mais um BI2. Será que a gente vai voltar a ter volta de fluxo grande de dinheiro? Eh… seria muito bom, tá? Hoje eu tenho o seguinte viés, tá?, para a nossa bolsa, se não tiver fluxo de estrangeiro para a nossa bolsa ganhar um novo impulso, ir pro… tá? Esse tal de 150 que eu, que eu cheguei a comentar três, sei lá, um mês atrás, vai depender do papel da performance dos papéis ligados à renda fixa, ligados a IPCA. Entre hoje… se não tiver fruto estrangeiro, um Mota entre PCA+710 ou Ibovespa, eu acho que eu fico PCA+710. Eu tô condicionando um rally do Ibovespa sem o estrangeiro, a queda do papel IPCA. Pô, se já que eu tô conciliando, então deixa eu… vou ficar no papel IPCA. Quando ele começar a cair, eu saio do IPCA, entro no Bovespa, mas tem essa variável: se, se entrar aqui, eu continuo achando que a performance da Bovespa vai continuando performando bem, mas lembrando que a gente tá cheio de confusão, tá? Tá cheio de confusão. Bom, eh… que a gente tá falando de fluxo, a gente pode ver outra maneira de fluxo aqui no mês de maio, tá? A gente teve a maior entrada mensal no EWZ desde setembro de 21. Que que é importante? Um dos argumentos que eu falava que tava entrando dinheiro pro Brasil era um argumento passivo, já que 4% do, e que é o ITF de país emergente, 4% é Brasil. Se o estrangeiro lá que tava… deixa eu… diminuir Estados Unidos, vou comprar mercado emergente, vai no ITF, ele já comprava 4% de Brasil automaticamente. Com essa subida da emissão de EWZ, eu acho que o, agora o fluxo pro Brasil não é apenas o fluxo passivo, é um fluxo também vindo de pessoas que querem Brasil. Ah, Motta, por que que querem Brasil? Porque o estrangeiro quer Brasil, ele não vê que o Lula vai implodir as contas públicas, vê… mas também vê aqui mesmo com juro 14,5%, eh, as empresas entregaram um, eh, lucros crescendo perto de 15%, tirando as empresas de commodities, tá? Então a gente, a gente tem RO de empresas atrativas. É aquilo que sempre fala: dá para montar um case de venda de Brasil. Você tá lá no UBS, na Suíça, aparece uma fam, um family office, você discuta: ah, você quer, você quer diversificar, pô, você tá vindo… Brasil é um dos poucos países que continua crescendo, entregando resultado mesmo com juro da 14,75%. O Banco Central Brasileiro deu praticamente sinalizou que parou de subir e a discussão quando começa a cortar. Você consegue montar um case construtivo pro estrangeiro vir pro Brasil, tá? Então, eh, de novidade que o fluxo pro Brasil agora não é apenas mais do fluxo passivo vindo dos ITFs. E olha isso aqui também… Brasil, pa, pa, pa, pá! Cadê aqui Brasil, tá? Eh… a Brasil atingiu a máxima recente em percentual de alocação global. Eu sei que comemorar que a gente é 0,62% dos ativos da locação global é de chorar, concordo, mas pelo menos estamos na máxima e subiu ali de 0,50 e pouco, 0,51%, tá? 0,52%, 0,035%. Isso para mim chama-se o quê? Desdolarização, eh… rotação, tá? Isso aqui para mim conversa com isso aqui, tá? Então Brasil, eh… para quem, quem tá comprado como eu, eh, você tem que achar o seguinte: esse fluxo continua por causa da rotação, eh, olhando para Brasil a gente tem do case favorável ao Brasil, você tem a discussão de quando o Banco Central vai começar a cortar os juros, tá? Eh… ao mesmo tempo a gente tem fatos novos, tá? Três fatos que não são novos, mas que são dignos de trazer balanço de bagunça, tá? Quais são os dados que dignos de fazer bagunça? Primeiro: pesquisa, tá? Qual vai ser a função, reação do Lula, eh, dentro do ocorrido pós IOF, aonde teoricamente o que o Haddad fez à revelia do, teoricamente à revelia do partido, à revelia do Congresso, praticamente ele de… ele tomou de seu sozinho, trouxe muito problema, que é a tese do IOF e vocês viram, eh… então a gente tem IOF, tem qual vai ser a função, reação do Lula, já que o IOF, o Haddad fez aquela loucura toda para arrumar 20 bi para cobrir os rombos dentro de um Brasil que não para de gastar, eh, a popularidade tá caindo e aí vai gastar mais. Então, Lula, é isso que estamos dizendo. Então sempre existe esse risco e também vamos ver o IOF, tá? O evento IOF pode ser tomada… eu, como brasileiro, eu torço que o evento IOF faça com isso aqui… ó, pô, será que eu fechei? Será que eu fechei? Bom, era nada mais que era a… aqui não, isso aqui é hash, pegadinha, é blef, eh, o Hugo Mota que eu fiquei brincando que é meu tio, não é meu parente, eh… do nada ele agora tá começando a virar, eh, BBB, eh… qualquer câmara e tá lá querendo falar para todo mundo, eh, na minha opinião, tem suas intenções, tá? Marcar posição, eh… marcar a posição contra a, ao, ao governo. A resposta que o Hugo Mota deu ao desaforo que o Haddad falou para, pro Congresso foi dura e hoje, ontem o Mota sugeriu isso. Eu, como brasileiro, eu rezo, torço que não seja blef, tá? Eh… passou da hora do Brasil encarar o seu orçamento com a devida seriedade. O orçamento é a peça mais importante de uma democracia, é lá que se discute conflito distributivo, é lá que tem que se discutir se o Brasil de hoje, o orçamento brasileiro consegue manter a política de imposição salarial do Lula, ela dentro do orçamento que a gente consegue, que vai dar para enxergar se o, se o, se o, se os aposentados podem, que a aposentadoria pode seguir o valor do salário mínimo. É dentro do orçamento que se discute isso. Hoje que a gente sabe que não cabe. Por que que não cabe? Porque a gente, o Brasil, o Lula, o executivo não quer arrumar atrito nem com os lobbies da, do subsídio, nem tocar em reforma administrativa em nenhum, em nenhuma coisa que é muito sensível. Ele prefere não toco, não arrumo um problema com ninguém, faço minhas bondades à base do endividamento e a base que o congresso, que a sociedade brasileira me dê mais dinheiro através de arrecadação. Se o… Se vamos imaginar que o que o Hugo Mota realmente queira bancar isso, vai ser sensacional. Primeiro, meu primeiro sonho com o brasileiro, que isso venha à mídia, as pessoas entendam que são prioridades, são escolhas políticas. Se o Brasil quer dar aumento salarial real no salário mínimo, vai ter que fazer reforma administrativa, vai ter que cortar supersalário, vai ter que mexer na elite do funcionalismo público, eh… vai ter que mexer nos 800 bi de subsídio. É uma escolha política. A sociedade brasileira é representada dentro do Congresso. O que não dá é ninguém se desgastar e continuar, eh, expandindo o gasto social via endividamento. Então, tomara que isso traga essa discussão pra sociedade. Eu ficar tão feliz com o brasileiro, tá? Muito, mas que eu acho que é o mais provável que na questão do IOF caia o IOF sobre o crédito, né? Aquele o sacado lá que tá matando o pequeno e médio empresário, que a cada, a cada 4 meses tem que renovar o seu sacado, eh… o, o custo de crédito triplicou, senhores! Triplicou! Pro cara, coitado, o cara que é ferrado, eh… tomou-lhe mais uma ferrada grande, triplicou. Não fal… triplicou! Então, como isso pegou pesado demais, eh… o José Lencar entrou na, na roda, criticou. Eu acho que dentro da, da, do evento IOF a gente vai ver, a gente vai ver talvez caindo esse IOF do crédito. A Mota e como é que o Haddad vai entregar a contraparte disso? Senhores, já tá raspando os fundos, sabe? Aquele dinheiro que o Brasil colocou lá para, para pro negócio do Sul, ficou 1,7 bi que não foram gastos. Calma, o, o Haddad já pegou esse dinheiro, já vai sair pegando dinheiro tudo, tá? E vamos ver como é que ele vai gerar isso. Então, IOF é um ponto de tensão, tá? Mas é um ponto de tensão que pode transformar num evento muito bom, que é amadurecer temas importantíssimos pro Brasil. Seria o ideal, o ideal que o Lula participasse disso, tá? O Lula tá indo para a França. O ideal no momento atual, aonde se discute IOF, se discute tudo, é um botando dedo na cara do outro, é ideal que o Lula, eh, tenha percepção que o Haddad hoje tá com grau de, de coletividade muito baixo. Ou seja, não adianta a sociedade brasileira falar com o Haddad, porque o Haddad vai falar: "Ah…" e aí vão perguntar para Haddad, mas o Lila, o Lula concorda? Ele vai responder: "Eu não sei quem manda ele". Então, seria muito importante do Lula participasse, já que o Lula que é o capitão, é o Lula que é o, eh, o protagonismo dessa agenda de aumento de gasto público, dessas medidas populistas olhando a reeleição. Ele, o a sociedade brasileira tem que ver qual vai ser o, que que ele vai falar ou não vai falar nada, vai pegar o avião e vai deixar… segue a vida, deixa a vida me levar, vida leva eu. Então o Brasil, senhores, é isso: é fluxo. É a gente tem ele e semana que vem tem quest… qual vai ser a função, reação, como é que vai sair desse embrólio do IOF e vamos ver, tá? Eu continuo achando que o evento externo acaba se sobressaindo a essas confusões. E sempre lembrando que nessa semana o Morgan Stanley deu call de Brasil falando em alternância de poder, tá? Eh… da mesma maneira que você pode olhar o copo meio cheio, meio vazio, pô, isso aqui é ruim, opa, mas também aumenta a chance da alternância de poder. Você pode olhar e vai piorar o fiscal, mas também vai aumentar a chance de alternância. Bom, e o PIB brasileiro, senhores, PIB brasileiro veio um pouco abaixo do esperado, mas tá voando, tá? Eh… simplesmente consumos da família, eh… a agro veio com 12 e com 12 pontos. Então, ou seja, eh… o PIB brasileiro tá forte e a gente pode ver isso da seguinte maneira: nessa semana a gente teve um, um cajed absurdo, tivemos um pinad ontem, surreal, tá? Eh… a mínima da história e sabe o que que é mais louco, Luiz? A gente tá com desemprego mínimo da história pro mês de abril, com juro 14,25% e o BC querendo frear 14,75%. Como é que a gente tá no desemprego na mínima histórica com juro real deve… com BC querendo frear 14,75%? Para você ver quanto dinheiro que a gente tá botando no sistema, quanto dinheiro… olha o que que aconteceu com juros que vence em janeiro 27, que é a discussão se o BC vai cortar no primeiro semestre de 2026. Final de dezembro, em três dias, isso aqui foi cajed, isso aqui foi pinad e hoje foi o PIB, tá? Então, realmente Brasil está superaquecido e, e eu sei que não… eu sei que dá tela azul e mim dá… pô, se o Brasil tá muito aquecido, por que que o cara quer mais estímulo? Eu também não consigo entender, tá? Eu também não consigo entender, mas é isso. Acho que acabei falando demais, vou passar aqui pro Luiz. Luiz, cara, mais uma vez muito obrigado, hein? Sexta-feira com você aqui é um prazer, é muito bom. Sexta-feira é o último dia da semana, último dia do mês, agora dia útil do mês, né? Né? A gente ainda tem mais alguns dias aí no, no final de semana. Eh… deixa eu compartilhar minha tela aqui. O Matinha acabou mostrando uma, um dos vértices da curva, né? A gente tem esses, nesses últimos três dias, mas a gente tem claramente aqui uma abertura muito forte hoje, né? Da curva, basicamente subindo 10 pontos aqui no intermediário, eh, na ponta longa também subindo bastante, mas a gente mantém essa curva invertida, né? O que eu achei interessante, eu tava olhando a como era a curva no finalzinho do ano passado, né? Então, no finalzinho de 2024, que a gente tinha uma curva que era justamente uma curva normal, né? Uma curva de, de taxa de juros normal e que ela se inverteu agora e se mantém invertida, tá? Mas, eh… a gente consegue ver que ela era muito mais, muito mais, mais alta, né? A curva muito mais, muito mais acima, taxas muito mais altas do que são hoje, né? E, e uma consequência muito direta disso, eh… talvez o ovo, a galinha, né? Que a gente pode falar: quem que, qual que gerou qual? Se foi a bolsa ou, ou o, a curva, né? E, ou enfim, qualquer motivador que, que moveu os dois ao mesmo tempo. Mas a gente tem a bolsa respondendo, o Ibovespa aqui, eh… respondendo no ano, né? 30, 37% de alta no ano. E, e aí quando a gente olha o cenário doméstico, que acho que é, é mais sensível ainda a, a essa inversão da curva, né? Não a inversão, mas essa, essa queda na, no fechamento da curva é bem, bem alto, né? A gente tá falando aqui que e nos vencimentos intermediários a gente tava com, com 16%, tava 16% aqui a curva, né? E agora a gente já tá no 13,50%, mais ou menos nessa, nessa casa, tá? Então foi uma queda bem significativa a gente. E, e a, a o small cap, né? Que responde muito mais significativamente à curva, subindo 72% aqui no ano, né? Então é uma performance bem significativa em cinco meses, eh… tudo como uma resposta ali a, ao finalzinho do ano que a gente tava numa situação muito complicada, eh… a gente tinha uma expectativa ali de ser like até, eh, ser like até nos, nos, eh, 16%, né? Acho que chegava próximo dos 16%, eh… ninguém com uma